segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Ser ou não ser...

Começar por usar Shakespeare é sempre bem
Mas na realidade este post nem sequer é sobre Shakespeare...
É sobre um poema que me chegou às mãos como sendo de Neruda. O que não quer dizer que seja, pois circula por aí alguma celeuma sobre se a sua autoria não será antes da jornalista brasileira Martha Medeiros.
Seja como for a versão que chegou às minhas mãos foi em castelhano e gostei dela...
Por isso aqui vai.

Muere lentamente quien se transforma en esclavo del hábito, repitiendo todos los días los mismos trayectos.
Quien no cambia de marca, no arriesga vestir un color nuevo y no le habla a quien no conoce
Muere lentamente quien hace de la televisión su gurú.
Muere lentamente quien evita una pasión, quien prefiere el negro sobre blanco y los puntos sobre las “íes”a un remolino de emociones, justamente las que rescatan el brillo de los ojos, sonrisas de los bostezos, corazones a los tropiezos y sentimientos.
Muere lentamente quien no voltea la mesa cuando está infeliz en el trabajo,
quien no arriesga lo cierto por lo incierto para ir detrás de un sueño, quien no se permite por lo menos una vez en la vida, huir de los consejos sensatos.
Muere lentamente quién deja escapar un posible amor, con tal de no hacer el esfuerzo de hacer que éste crezca.
Muere lentamente quien no viaja, quien no lee, quien no oye música, quien no encuentra gracia en si mismo.
Muere lentamente quien destruye su amor propio, quien no se deja ayudar.
Muere lentamente, quien pasa los días quejándose de su mala suerte o de la lluvia incesante.
Muere lentamente,quien abandonando un proyecto antes de empezarlo, el que no pregunta acerca de un asunto que desconoceo no responde cuando le indagan sobre algo que sabe.
Evitemos la muerte en suaves cuotas, recordando siempre que estar vivo exige un esfuerzo mucho mayor que el simple hecho de respirar.
Solamentel a ardiente paciencia hará que conquistemos una espléndida felicidad.

e agora acrescento eu
viva la vida

3 comentários:

  1. Seja ou não do Neruda é muito bonito. Eu ia dizer que não é do Neruda, mas... é uma impressão.

    Um post poema... olha que bom pretexto, para começar a falar de um City Lights Especial Poesia... O que acham?

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  2. O teu poema aparece-me no écran do computador com uma música associada. Gato...Mia
    "...O homem
    que pedala, que pedala".
    Olha-me sem me ver como a imagem reproduzida em milhares de exemplares. Há em suma um possível engano quanto à pessoa que o escreveu mas isso nem sequer é relevante. O que é realmente importante é que todos os dias cada um de nós vá descobrindo mais poemas inéditos dentro de nós mesmo que sejam de outros. A palavra é livre como o vento tal como "A lágrima é o mar acariciando a sua alma", dizia Dona Luarmina.

    "Hoje sei como se mede a verdadeira idade. Vamos ficando velhos quando não fazemos novos amigos. Estamos morrendo a partir do momento em que não mais nos apaixonamos".

    Estava a pensar (estás a ver) mal...no Mia Couto, "Mar me quer" para te enviar aquele abraço!(que pertence afinal... a outra canção)!

    Afinal o Gato Mia!

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  3. Poesia é "sempre bem" ;)
    Confesso.
    Tenho na minha cabeceira ultimamente dois ou três livros de poesia...
    Que vou lendo. Mais do que tenho feito.
    Por isso concordo com um City Lights especial poesia. Quer aqui, quer num dos próximos encontros in world. Aliás...
    se calhar ainda hoje se vou fazer uma sugestão.
    Afinal...Porque não?
    Poesia é literatura.
    ;)

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